At the table there is an accumulation of emotions attached by everyday cutlery

Matthieu Ehrlacher - Banana Man - foto_ Sara Rafael.png

BANANA BEING

@Sara Rafael

Banana Being é o terceiro trabalho de uma trilogia em que proponho explorar a relação excessiva ou obsessiva do corpo com materiais específicos. Nesta proposta a relação será estabelecida com cachos de banana que cobrem e transformam a figura de um homem em pé. Este corpo híbrido, manipulado pela matéria, coloca o performer numa relação voluntária com a monstruosidade mantendo a vertente humana encapsulada no seu interior.

Esta peça é composta por 3 momentos.


No primeiro momento equivalente a um prólogo, o público testemunha a preparação e instalação do Banana Being com a ajuda e domínio de um artista do shibari.


No segundo momento assistimos à manutenção, expansão e destruição da figura.


É o momento catártico deste ser aparentemente monstruoso que afirma o seu corpo deformado, escultórico, imponente, até à sua auto-destruição.

No terceiro momento e como epílogo, o público é então convidado a permanecer para uma celebração. Uma pós-party com a presença de um dj e de um bartender, onde as bebidas e os aperitivos são à base de bananas – um acto de antropofagia colectiva.

Direção artística, performance: 

Matthieu Ehrlacher 

 

Composição Musical e Dj: 

Kino Sousa
 

Shibari: 

Ann Antidote
 

Bartender: 

Miguel Cunha

 

Desenho de Luz: 

Tiago Gandra


Apoio e Gestão Financeira:

Agência 25

 

Produção:

Cláudia Teixeira

Banana Being is the third work of a trilogy in which I propose to explore the excessive or obsessive relationship of the body with specific materials. In this proposal the relationship will be established with banana bunches that cover and transform the figure of a standing man. This hybrid body, manipulated by matter, puts the performer in a voluntary relationship with monstrosity, keeping the human aspect encapsulated inside.

 

This piece is composed of 3 moments.

 

In the first moment, equivalent to a prologue, the audience witnesses the preparation and installation of the Banana Being with the help and dominion of a shibari artist.

 

In the second moment we witness the maintenance, expansion, and destruction of the figure.

 

It is the cathartic moment of this apparently monstrous being that affirms its deformed, sculptural, imposing body until its self-destruction.

 

In the third moment and as an epilogue, the audience is then invited to stay for a celebration. A post-party with the presence of a DJ and a bartender, where the drinks and appetizers are banana-based - an act of collective anthropophagy.

 

 

 

Artistic direction, performance: 

Matthieu Ehrlacher 

 

Music Composition and Dj: 

Kino Sousa

 

Shibari: 

Ann Antidote

 

Bartender: 

Miguel Cunha

 

Light Design: 

Tiago Gandra

 

Support and Financial Management: 

Agency 25 

 

Production: 

Cláudia Teixeira

© Sara Rafael